Depois do bafafá entre John Galliano e a Dior (por causa do
vídeo em que alegou amar Hitler, entre várias outras ofensas a judeus), que resultou na demissão do estilista, o desfila da marca própria do ex-diretor criativo da Dior foi bem menos agitado do que se esperava.
Aconteceu hoje, em Paris, sem a presença do estilista. Foi curto, mostrando apenas 20 looks, e cheio de melancolia, desde as roupas até à trilha sonora.
Bom, deixando de lado o lado obscuro da moda, a coleção em si, está linda de morrer. Luxo e extravagância são as palavras de ordem.
Plumas, peles, bordados, transparências e rendas se misturam, resultando em peças extremamente elegantes. Os vestidos longos em tecidos fluidos, principalmente seda, acrescentam feminilidade e certo frescor à coleção.
A marca aposta em tailleurs e conjuntos mais pesados para o inverno, que, juntos com chapéus da
Stephen Jones, remetem aos ares dos anos 40. Os tons se tornam sóbrios e os pretos e cinzas reinam absolutos.
Tenho que confessar que fiquei apaixonada pelas peças, principalmente por aquele vestido esmeralda. E vocês, o que acharam da coleção?